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Brincando de Christian Grey

Esse conto retrata uma aventura completamente louca e inesperada que aconteceu comigo, há aproximadamente um ano.

Antes de mais nada, confesso que sequer sabia algo sobre os livros e filme 50 tons de cinza e nunca tinha tido fantasias ou interesse pelos fetiches narrados nos livros.

Saí para almoçar com meus colegas de trabalho e neste dia, uma das pessoas sugeriu irmos num restaurante que havia inaugurado na região, para variarmos um pouco nossa rotina.

Chegamos ao restaurante, próximo à Avenida Paulista, e logo nos acomodamos em nossa mesa. Estávamos em 06 pessoas, numa ampla mesa redonda. Pouco tempo depois, notei na mesa ao lado 05 belas mulheres, conversando e rindo, chamando a atenção dos demais frequentadores do restaurante.

Em razão do barulho que faziam, vez ou outra desviava meu olhar para esta mesa e notei uma linda mulher sentada entre elas, Sua beleza se destacava entre todas. Loira, olhos castanhos, cabelo cortado estilo chanel e, pelo vestido justo que usava, parecia ter um lindo corpo, mas o que mais chamou atenção foi o seu sorriso e sua boca, sensual e simpática ao mesmo tempo. Uma risada larga que contagiava e atraia ao mesmo tempo.

Tentando disfarçar meu interesse dos meus colegas, tentei focar no assunto que rolava na mesa, porém eu só pensava que gostaria de estar na outra mesa ao lado. E percebi que meus olhares passaram a ser correspondidos.

Por razões óbvias, levantamos juntos e fui ao caixa na saída do restaurante com todos meus colegas, pensando se um dia encontraria novamente aquela mulher, porém, para minha surpresa, fui abordado por uma garçonete na saída, com um telefone num guardanapo e o nome Ana.

Foi uma euforia entre meus colegas, todos querendo saber de onde tinha saído aquele bilhete, mas me mantive discreto e disse que não fazia ideia de onde tinha vindo e provavelmente não iria atrás de alguém que sequer sabia quem era.

Ao contrário do que tentei demonstrar, imediatamente ao chegar a minha sala, adicionei o contato ao meu celular e enviei uma mensagem pelo WhatsApp, puxando assunto e conversando com a dona daquele sorriso lindo.

Admito que o resto da tarde foi muito pouco produtivo para nós dois e ficamos numa agradável conversa, tentando nos conhecer um pouco. Ela me contou da sua profissão, onde trabalhava, morava e eu também disse coisas a respeito da minha, sentindo que havia uma empatia incrível entre nós.

Os dias foram se passando e passávamos a maior parte deles em contato, falando sobre assuntos diversos e em pouco tempo evoluímos para provocações e assuntos mais picantes, afinal desde o primeiro olhar, ficou impossível escondermos um do outro a atração que sentíamos.

Começamos a planejar nosso primeiro encontro, onde iríamos, o que faríamos, quando Ana propôs algo inusitado. Ela disse que adorava os livros 50 tons de cinza e por ter me encontrado vestindo um terno dessa cor, fez a associação instantânea com a história e adoraria assistir o filme comigo.

Acho que nunca havia marcado um primeiro encontro num cinema, mas por achar a ideia dela original, resolvi entrar na sua fantasia.

Dois dias depois, pela manhã, enquanto trabalhava, recebi um bilhete de um cinema num shopping próximo ao nosso trabalho em meu celular, com a sua mensagem me dizendo que me esperaria dentro da sala.

Terminei meus compromissos do dia e no horário combinado, me dirigi ao cinema para encontra-la.

Ao chegar, fui diretamente para a sala que passaria o filme, com uns 10 minutos de antecedência, encontrando com Ana sentada na parte do fundo do cinema, me esperando aparentemente nervosa e mexendo no celular. Caminhei em sua direção e logo aquele lindo sorriso me acolheu de uma forma encantadora.

Ana usava um vestido branco e preto, muito elegante e sensual, revelando suas curvas deliciosas.

Nos cumprimentamos formalmente e sentei ao seu lado, iniciando uma conversa muito agradável, que só foi interrompida quando as luzes se apagaram e iniciaram a projeção, que nos deixou mais a vontade para trocarmos nosso primeiro beijo. Que delícia de beijo! No primeiro toque de nossos lábios ficou claro toda a química que tínhamos, aquela linda e sensual boca não desgrudava da minha, me deixando cada vez com mais vontade daquela mulher.

Enquanto tentávamos assistir o filme, nossos beijos ficavam intensos e nossas mãos à vontade para explorar um o corpo do outro. Ana segurava e acariciava o meu pau por cima da calça, sussurrando em meu ouvido que não via a hora de senti-lo de verdade. Eu tentava explorar cada canto do seu corpo, a medida que o vestido permitia, sem é claro nos expor muito as outras poucas pessoas que assistiam o filme.

Ana abriu o zíper da minha calça, começando a acariciar meu pau por cima da cueca e batendo uma punheta bem lenta, sem parar um segundo de me olhar fixamente nos olhos. Curti um pouco aquela sensação, delirando com seu toque, que buscava livrar meu pau de dentro da cueca e sentir o quanto estava excitado e babando de tesão.

Resolvi corresponder às carícias daquela sedutora mulher e em poucos segundos estava com minha mão dentro do seu vestido, afastando sua calcinha de lado e sentindo sua buceta totalmente melada.

Nesse momento Ana me olhou totalmente séria e disse para eu esperar um pouco. Soltou o meu pau, tirando minha mão entre suas pernas e achei que havia passado do limite, quando ela, ainda sentada, retirou sua calcinha e guardou na sua bolsa, que estava na cadeira ao lado. Aquela mulher estava realmente disposta a me enlouquecer!

Voltei a acariciá-la novamente, dessa vez de forma mais intensa, sem aquela pequena calcinha escondendo sua buceta. Acariciava e penetrava com meus dedos, arrancados gemidos abafados por nossos beijos, que só aumentavam a nossa vontade de sair daquela sala.

Não terminamos de assistir o filme e resolvermos ir embora dali, pois não seria possível mantermos o controle naquele local.

Levantamos de nossas cadeiras e fomos apressados pra fora da sala de exibição e somente nesse momento pude admirar toda a beleza de Ana. Suas pernas torneadas, uma bundinha deliciosamente empinada, ressaltados por um elegante salto alto, que contrastavam com sua baixa estatura. Aproximadamente 1, 60m.

Saímos de mãos dadas do cinema e nem foi preciso dizer uma palavra a respeito do destino. Entramos em meu carro e fomos direto para um motel da região.

Ana ia debruçada nos meus ombros, conversando, me beijando e acariciando meu pau durante todo o trajeto, alterando seus movimentos para uma vagarosa punheta em alguns momentos.

Chegamos na suíte rapidamente e Ana pediu licença para ir ao banheiro, enquanto eu a esperava deitado na cama, regulando o ar condicionado, escolhendo uma música e preparando o ambiente.

Ana saiu do banheiro totalmente nua, somente com seu sapato de salto alto e segurando uma sacola, vindo em minha direção com um olhar completamente sedutor. Apoiou a sacola na mesa ao lado da cama e veio em minha direção, tirando toda a minha roupa e iniciando uma chupada deliciosa. Poucas vezes senti tanto prazer num sexo oral. Aquela mulher chupava com maestria, demonstrava o quanto gostava do que fazia, lambuzando meu pau todo e depois sugando inteiro, me provocando sensações indescritíveis!

O tesão era tanto que eu a interrompi, pois não queria gozar tão rápido, o que aconteceria se ela continuasse a demonstrar toda aquela habilidade mamando o meu pau.

Assim que largou o meu pau, ela pegou a sacola ao lado da mesa e retirou duas novíssimas e belas gravatas de seda, juntamente com uma venda, me entregando e dizendo que se eu soubesse como usá-las, seriam o meu presente e uma recordação daquele dia.

Inspirado no pouco que conseguimos assistir do filme, a vendei instantaneamente e amarrei cada um dos seus pulsos na cama, com as gravatas que ela havia me dado. Desci passando meus lábios por todo o seu corpo, até chegar naquela deliciosa bucetinha, que escorria de tesão.

Chupava deliciosamente aquela sedenta mulher, que rebolava devagar na minha boca e ia me dizendo o quanto estava gostando daquilo. A penetrava com dois dedos e ia sugando cada gota de sua lubrificação, enquanto alternava estimulando seu clitóris com minha boca.

Ana gemia sem parar e a esta altura já se encontrava totalmente à vontade, pedindo para eu não parar de chupá-la e dizendo o quanto queria dar pra mim.

Antes que ela gozasse, parei de chupá-la e a penetrei de uma só vez, o que foi facilitado pela enorme lubrificação daquela saborosa buceta. Em poucos segundos estava fodendo gostoso, arrancando mais gemidos ainda, dessa vez alternados por beijos deliciosos em sua boca.

Socava forte e estava delirando de prazer, quando resolvi mudar a posição e a soltei para deixá-la de 4, porém voltei a amarrá-la na cama, ainda vendada, para continuarmos naquele clima que parecia excitá-la tanto. Sem dúvida aquela posição a deixava mais deliciosa ainda, aquela incrível bunda, conquistada em aulas de Muay Thay, como ela mesma me disse, toda empinada para mim me deixou louco e voltei a possuí-la de forma intensa e vigorosa.

Fodia com força aquela buceta e sentia cada contração de seu corpo, aumentando mais ainda o nosso tesão, percebendo que seu orgasmo estava próximo, acelerei as estocadas e soltei uma de suas mãos, para ela estimular seu clitóris e gozar comigo a penetrando.

Ana se descontrolou e forçou seu corpo para trás, gozando deliciosamente comigo enterrado em sua buceta. Nada me excita mais do que uma mulher gozando.

Prestes a explodir de tesão, a derramarrei e a coloquei ajoelhada ao lado da cama, ainda com a venda em seu rosto e amarrei suas mãos novamente com a gravata, como uma espécie de algema, terminando aquela sessão deliciosa me masturbando em sua frente e gozando em seu rosto e seios, realizando com certeza uma fantasia que passou a ser minha também.

Nem eu, nem ela acreditávamos que tínhamos feito tudo aquilo inspirados no filme, obviamente não tínhamos outros objetos, nem experiência nesse tipo de fetiche, mas serviu para tornar esse nosso primeiro encontro inesquecível.

Neste dia mesmo ainda voltamos a transar, mas dessa vez livres e sem qualquer preocupação com algum tipo de fetiche, o que foi igualmente delicioso.

Após terminarmos, Ana me disse que eu deveria ficar com as gravatas e sempre que usá-las lembrar de como foi nosso primeiro encontro e isso realmente sempre volta a memória, inclusive hoje que estou usando uma delas. Ainda saímos algumas vezes e com certeza aquela mulher ficará pra sempre na minha memória.

Autor Marister Souza Santana

Blogueira, master trainer, empresária, coach sexual e profissional capacitada em saúde e educação sexual, ceo da Bebela Lingerie.

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