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Sexo no ônibus

O dia seguia normal. Cheguei a rodoviária por volta das 1830hs , chovia muito em Joinville e provavelmente não conseguiria escapar  do congestionamento na BR em direção a ilha – Floripa. Enquanto aguardava o ônibus, decidi relaxar com Felipe Ret cantando  ‘A Libertina’ no meu (fone) ouvido. Exatamente no momento que ele avisava ‘vou te exorcizar cê vai entrar em transe’, sentir uma mão grande tocando meu ombro:

– Oi desculpa te incomodar, mas o embarque para Florianópolis é aqui? Perguntou – me sorrindo. – É aqui sim! Afirmei encantada.

Ele tinha um verde mar nos olhos – um que eu adoraria me afogar. Cabelo ‘corte militar’. Pele queimada do sol. Camiseta branca e calça moletom. Dentes levemente tortos. Dono de uma beleza hipnotizante. Meus olhos  não conseguiam desviar dele. Agradeci ao universo quando o ônibus estacionou na plataforma porque se eu ficasse mais um pouco ali, pediria o boy em namoro. Suspirei, guardei minha bagagem, e me acomodei no segundo andar, na janela. Gosto de pegar ônibus com dois andares porque o superior normalmente é vazio. Nesse dia, por exemplo, estávamos em quatro passageiros. Eu, quase no último banco  e mais três pessoas nos assentos da frente. Em 20 minutos de viagem  novamente, o GATO ganha a minha atenção. Sentou – se na poltrona vaga do meu lado – roubando todo o meu ar.

Você não sai da minha cabeça! Exclamou me olhando fundo.

Eu só consegui abrir um sorriso amarelo de vergonha e balançar a cabeça como sinal de que não acreditava. os olhos dele realmente mexiam comigo. eles brincavam com a minha imaginação. Me tiravam pra dançar. Me despiam. Me comiam. Corriam do rosto até as minhas coxas, fazendo com que eu pressionasse  uma na outra entregando o meu TESÃO.

– Você não acredita? Insistiu. Eu te achei tão linda! Elogiou com os olhos colados nos meus lábios. – Não brinca com fogo você pode se queimar! Avisei com a buceta pulsando de vontade. E se eu quiser arder no teu fogo? Questionou – me tocando levemente seu pau. Vou te incendiar com prazer! Respondi mergulhando meus dedos na vulva extremamente molhada.

Enquanto ele se acariciava, com o membro ainda dentro da calça, eu já estava com os dedos melados. Eu sentia muito tesão em ver aquela vara bem dura apontando por debaixo da calça. O movimento de vai e vem da mão dele, a respiração forte e pausada, o medo de ser surpreendido por alguém, tudo me excitava exageradamente. Não me contive. Tirei o pau dele pra fora e comecei a masturba – ló também. O cacete era maior do que eu pensava, rígido feito pedra, bem inchado e latejando de tesão.

– Quero te comer todinha! Me avisou enquanto enfiava as mãos nas minhas pernas, procurando a minha buceta, como se quisesse se certificar de que estava molhada e quente. Desde a calça! Ordenei e sentei em cima dele. Demorei para me encaixar devido ao pouco espaço dos bancos, mas logo senti a estocada dentro de mim. O ônibus balançava no asfalto e contribuía com os movimentos. Mas não era o suficiente, eu precisa sentir o pau dele dentro de mim. Comecei a rebolar, subir, descer. Cavalgar gostoso naquele tarado. Ele apertava meus peitos fortes. Um apertão dolorido mas delicioso. Tanto que eu queria sentir mais dor, queria que ele me rasgasse por dentro, que me fizesse rasgar de tesão. A cada golpe, a gente gemia mais alto, até que não resistir e gozei. Vibrei com aquele pau gostoso envergado em mim. em seguida ele também ejaculou – senti jatos de porra me inundando por dentro. Respiramos e lentamente nos recompomos.

– Qual seu nome? Perguntei rindo.

– Gustavo e o seu? Respondeu já devolvendo a pergunta.

– Prazer. Só PRAZER. Disse, mordendo os lábios.

O filho da mãe realmente me exorcizou. Me afogou em deliciosos orgasmos. E eu entrei em transe – no trânsito.

 

Kau Mello

Autor Marister Souza Santana

Blogueira, master trainer, empresária, coach sexual e profissional capacitada em saúde e educação sexual, ceo da Bebela Lingerie.

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