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Vestígios de libertinagem

Me ligou ‪de madrugada‬ pra falar de saudade e sexo, óbvio. Disse que estava olhando minhas fotos e alisando o pau. Queria me ver. Esse é o M.9, gosto de chamar ele assim, bom  papo e tem pegada. Gosta de transar por todo o quarto e lidera o ranking de “melhor oral que já recebi”. Minha bucetinha, danada, não me deixa negar o convite dele. Se eu estou disponível, sempre aceito. Sem joguinho. Sem rodeios. Sem charminho. Sem calcinha. Ele me buscou e me levou pro motel. M.9 adora motel. Ele gosta de foder enquanto assiste tudo pelo o espelho. Eu empino bem a minha raba e vou escorregando a boca até o pau dele. Antes de abocanhá-lo, peço pra ele segurar o meu cabelo. Tiro da bolsa o meu kit oral, massageio ele com o meu gel sabor marshmallow e deixo o pau dele bem docinho pra eu me lambuzar. Esguicho duas vezes na garganta um spray cujo o líquido aumenta a saliva. Ele me olha curioso e eu me curvo ao seu pau. Passo a língua na virilha – de um lado e depois no outro. Lambo as bolas. Cuspo no pau dele, espalho a baba com a mão e chupo.  Chupo com vontade. Com a boca cheia de maldade. Ele se contorce; geme, me pede mais. Eu paro. Contorno meus lábios com a vara dele – como se tivesse passando batom. Olho no Olho. M9 gosta de assistir nossa libertinagem, gosta de me ver excitada com o pau dele – que deve ter de 17 a 19 cm. Enfio a rola entre meus seios e chupo a cabecinha. Ele me chama de gostosa; quer gozar na minha cara; eu não deixo – não antes de rebolar na cara dele e cavalgar. Eu amo cavalgar naquele pau. A pica é macia e levemente curvada. Vou escalando o corpo lisinho, chego na boca, beijo e depois sento na cara dele.
– Chupa minha bucetinha seu tarado, chupa. Ordeno enquanto rebolo no seu rosto.

Ele não fala nada, só me joga na cama e desce até minha vagina molhada de tesão. Ele chupa como ninguém. Sabe movimentar aquela língua deliciosa, sério, eu piro no oral desse vagabundo. Não deixo ele ficar por muito tempo, eu quero dar “sentadão” naquela rola. Primeiro sento de costas; depois de frente. Rebolo enquanto seguro suas mãos e o chamo de safado. Aperto e solto o pau dele com a minha bucetinha. Ele ameaça gozar. Eu sento com mais força, gozo do jeito que adoro e pergunto:

– Quer gozar onde? Questiono.

Ele não consegue responder, só geme. Eu como uma boa menina continuo quicando. Chego perto do ouvido e sussurro:

– Na boquinha ou no cuzinho?

(Kau Mello)

Autor Marister Souza Santana

Blogueira, master trainer, empresária, coach sexual e profissional capacitada em saúde e educação sexual, ceo da Bebela Lingerie.

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